sexta-feira, 7 de maio de 2010

terça-feira, 27 de abril de 2010

Treinamento em Franquias

Atualmente, muitas franquias vem buscando formatar seus treinamentos, seu processos, o atendimento e a gestão da loja. De um lado o consumidor cada vez mais exigente que além da excelência no atendimento, busca também valores como ética, meio ambiente, relacionamento e qualidade nos produtos. Do outro, a franqueadora buscando meios que satisfaçam este consumidor.

Como suprir as necessidades do cliente? Como levar até o cliente o encanto de uma compra, ao ser atendido pela equipe de vendas? Como satisfazer as diferentes expectativas encontradas no ponto de venda?

A preparação da equipe se torna fundamental uma vez que representa a marca. Essa marca sendo franquia, busca o alinhamento de um atendimento, para que o cliente tenha visão de um padrão. Então, como formatar um programa de atendimento de uma franquia?

Primeiramente a franqueadora deve buscar um programa que possua originalidade, ou seja, um programa único, com formatação e conteúdo voltada a marca. A consultoria responsável deve compreender o produto, o público-alvo e a marca. Utilizar-se de programas apresentados para outras franqueadoras tiram a possibilidade de unidade da marca. Podemos comparar aos projetos arquitetônicos, quando aplicado em mais de uma marca, a loja deixa de possuir uma identidade e passa a se tornar parecida com outra. Exclui a sensação única relacionada a marca.

Após a definição da estratégia do programa de atendimento, busca-se o desenvolvimento do material, e por final, a aplicação de todo o programa.

O treinamento do programa de atendimento deve ser constante, uma vez que a equipe de vendas mantenha-se motivada e alinhada as necessidades da marca. Equipe treinada e motivada gera maior faturamento, pois são capazes de aproveitar as oportuidades de venda e por consequência aumentar as estatisticas de PA, Ticket Médio, Taxa de Conversão.

Outros materiais também podem agregar os treinamentos de Franqueadoras, são eles: Manual de Franquia, Programa de Líderes, Programa de treinamento de Franqueados, Programa de treinamento Gerentes de Loja e Programa de Consultores de Franquias.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Gestão de Pessoas


Após os profissionais e departamentos de Rh e diversos escritores demonstrarem tanto interesse nas pessoas, em oferecer um meio ambiente agradável para que as pessoas possam se desenvolver e apresentar seus resultados....ainda existem pessoas que lideram por uma gestão voltada para processos, tarefas, observando sua equipe como máquinas.

Podemos perguntar então: É dificíl gerenciar pessoas? Não vou negar....é muito complicado, mas vamos analisar algumas dicas:

- Se coloque no lugar do outro: entenda o momento do outro, as limitações, o seu desenvolvimento, os recursos oferecidos, o ambiente e principalmente seu potencial.

- Ofereça feedback: execute através de elogios e orientações sobre a tarefa. Mantenha uma periodicidade de 10 ou 15 dias e utilize a técnica do feedback sanduiche.

- Avalie o desempenho: analise os resultados, o desempenho comportamental e sua capacidade para se desenvolver cada vez mais.

- Ofereça meios para o desenvolvimento: permita que sua equipe tenha recursos e meios para seu crescimento, seja em conhecimento ou responsabilidades.

- Favoreça o meio ambiente: proporcione um ambiente saudável, de resultados, de crescimento e de aprendizagem.

Talvez a simplicidade esteja em permitir que o outro faça diferente e apresentando resultados e meios de execução que são novos, mas que permitiram o desenvolvimento deste profissional.

Lembre-se: ninguém é insubstituivel!

segunda-feira, 15 de março de 2010

15 de Março - Dia Internacional do Consumidor


A teoria dos treinamentos de venda:
É preciso superar as expectativas!
É preciso encantá-lo!
É preciso fidelizá-lo.
Mas para isso é preciso ouvi-lo, notá-lo, fazer-se presente, observá-lo, estar atento a todos os gestos, olhares, estilo, o que ele gosta e o que não gosta.

Será que a teoria está na realidade? A teoria as vezes parece tão distante....tão superficial!

Encontramos no varejo pessoas sem energia, mal vestidas, sem maquiagem, sem ânimo, com dificuldade de comunicação.

Mas quando conversamos com a equipe de vendas ela diz que faz acontecer...que executa todos os passos da venda...que tenta agradar o cliente.

E o cliente? Aahhhhh o cliente!!!! Este nunca está satisfeito, muito vezes entra calado, não expressa necessidade de se manter uma relação, entra com o produto de troca dentro de uma sacola com medo de ser mal atendido.

Pensar nessa relação (consumidor x vendedor), nesse dia 15 de Março - Dia Internacional do Consmidor, é se colocar no lugar do outro. É refletir sobre as abordagens, as palavras que oferecemos na relação de compra, de consumo.

Entender o público-alvo, o perfil da região, dos clientes que frequentam a loja, do consumidor da marca, do cliente que escolhe você para atender a necessidade dele.

E o que esse consumidor espera? Um belo sorriso, disposição e a cortesia de ser bem atendido.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Funcionário motivado "A arte de liderar pessoas"


De quem é a culpa? Do funciónário que não controla sua própria motivação, seus objetivos, sua auto-estima, suas necessidades alinhadas a suas tarefas do dia-a-dia. Ou por outro lado o Líder que não oferece feedback, que não elogia, que cobra processo e não resultados.

Motivação é motivar uma ação, é estar envolvido na emoção e razão de suas ações, é despertar para concluir tarefas, seus objetivos. É ter prazer nas atitudes, nas responsabilidades, em cada detalhe de sua rotina. É vivenciar uma plenitude infinita de toda sua realidade e ter a convicção de que tudo vai da certo. É acreditar. É pensar positivo.

É dificíl? E tudo isso só depende da própria pessoa? Diversos fatores podem influenciar ou não. E cada pessoa permite ou não que esses fatores conduzem sua motivação.

Se a motivação é um impulso interno porque algumas pessoas deixam-se influenciar por fatores externos? Em muitos casos, permitem que caracteristicas de ambiente ou outras pessoas possam motivá-la ou não.

Vamos ao exemplos:
"Essa chuvinha me dá um sono, estou até com preguiça de trabalhar, minha vontade é ir embora pra casa".

"Eu odeio atender clientes de troca, eles não levam nada e eu não consigo fazer nenhuma venda"

"Meu chefe hoje está de mau humor, nem adianta falar nada com ele. Depois ele espera que a gente fique bem humorado!".

Mas e a liderança? O Líder tem culpa se sua equipe é motivada ou não?

Assumir o papel de líder é gerenciar esses conflitos, permitir que sua equipe mantenha-se motivada, conduzir as responsabildades de cada um a conquista de seus sonhos. É oferecer feedback constante, elogiar e proporcionar um ambiente saudável de uma equipe integrada que permita que cada profissional demonstre sua identidade, valorizando sempre os aspectos positivos. Apenas desta maneira cada um tem a oportunidade de gerenciar sua própria motivação.

Ass: Renata Ferreira

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A arte de vender moda

Podemos dividir o momento de compra do cliente em 2 características comportamentais. O primeiro momento o estado emocional e o segundo chamado estado racional. Vamos então avaliar cada momento e como o vendedor pode compreender as caraterísticas de cada sintoma.

Atenção!!!!


O estado emocional é identificado a partir da entrada do cliente no ponto de venda e muitas vezes finaliza-se apenas no caixa, outros no fechamento da venda, ou seja, antes de se chegar ao caixa. Este estado, o emocional, possui um período maior de apresentação no ponto de venda, pois se inicia nos primeiros passos da venda e finaliza nos últimos passos do atendimento. Assim, é preciso identificar o estado de seu cliente para melhor aproveitamento da venda.

Os sintomas do estado emocional são identificados através toque no produto, experimentar o produto, cheirar o produto. O cliente quando toca em um produto ele demonstrou certo interesse, neste momento é tarefa do vendedor identificar as características ou beneficios que o produto apresenta para despertar a mesma sensação ao cliente com outros produtos. Por exemplo: Uma cliente entra na loja e toca em um vestido estampado. Neste momento, podemos identicar diversas necessidades, são elas: vestido, o comprimento do vestido, as características da manga e da gola, o tipo de estampa ou o preço. Ao tocar o vestido, o cliente quer dizer que se identificou com as características daquele produto. É tarefa do vendedor estabelecer o foco da venda através dos sinais identificados durante o atendimento.

Algumas exclamações identifica o estado emocional. "Que linda", "Gostei dessa estampa", "Mas, será que eu vou usar?", "Não sei se eu levo", "Eu amei essa peça". São expressões do momento emocional, em que o cliente não identificou nenhuma objeção para não levar o produto. É importante que o vendedor trasmita muita segurança e reforce caracteíisticas e benefícios do produto que o próprio cliente demonstrou como necesidade.


O momento da emoção se finaliza quando o cliente deixa de pensar com a necessidade emocional, do prazer da compra e passa a estabelecer um relacionamento de negociação, de valores e de "mão no bolso".

No caixa, é muita fácil identificar o estado racional. O cliente deixa de levar alguns produtos, negocia a forma de pagamento e se preocupa mais com o valor do que com o produto, pode desistir da compra quando a fila está muito grande e que vai demorar para ser atendido.

Para o vendedor a agilidade, rapidez e elogio sobre a compra reforçando informações do cliente que foram identificadas durante o atendimento são a garantia da venda final.

O vendedor deve ter a venda sob seu controle, muito dominio sobre as informações e as percepções do cliente são a garantia de um resultado de compra.

Treinamento Pernambucanas


Equipe de Vendas - Pernambucanas

Foram dois dias de muita informação de vendas. Capacitar os profissionais do setor de vestuário foi uma tarefa intensa e gratificante. Passos da Venda, Tipos de cliente, Aspectos comportamentais e muita dinâmica foram os ingredientes. O Resultado? venda, Venda, Venda e muiiiiiiiita motivação.